Sobre as Erínias


Alecto (Αληκτώ);

Megaira (Μέγαιρα);

Tisífone (Τισιφόνη);

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As Erínias são representadas normalmente como mulheres aladas com madeixas trançadas de serpentes. Aparecem empunhando chicotes e tochas acesas, correndo atrás dos infratores. Eram forças primitivas da natureza que atuavam como vingadoras do crime. São deusas justas, porém implacáveis, e não se deixam abrandar por sacrifícios nem suplícios de nenhum tipo. Não levam em conta atenuantes e castigam toda ofensa contra a sociedade e a natureza, o perjúrio, a violação dos rituais de hospitalidade e os crimes contra a família.

A ação das Erínias é bem retratada no quadro  “Remorso de Orestes” de William-Adolphe Bouguereau, mostrando a punição de Orestes pelo assassinato da sua mãe, Clitemnestra, conforme descrito por Ésquilo em “Eumênides”. Orestes, com a intercessão de Palas Atena, curou-se e foi perdoado.

Outro quadro a respeito, de John Singer Sargent:

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