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	<title>Da Mesa das Erínias</title>
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	<description>Diatribes Diversas</description>
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		<title>O Porto (filme de Aki Kaurismäki)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 14:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>

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		<description><![CDATA[A trama do filme coloca-nos na ponta da poltrona em contínuo suspense! A postura da mulher Arletty é de uma clarividência invejável: não impor ao parceiro uma situação dolorosa e irreversível. O diretor finlandês mostra facetas do sistema frio e indiferente da migração; e, por isso mesmo, o genial Aki Kaurismäki considera o seu filme como um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://erinias.net/wp-content/uploads/2012/04/LeHavre.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-277" title="LeHavre" src="http://erinias.net/wp-content/uploads/2012/04/LeHavre.jpg" alt="" width="220" height="312" /></a>A trama do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Le_Havre_(film)" target="_blank">filme</a> coloca-nos na ponta da poltrona em contínuo suspense!</p>
<p>A postura da mulher Arletty é de uma clarividência invejável: não impor ao parceiro uma situação dolorosa e irreversível.</p>
<p>O diretor finlandês mostra facetas do sistema frio e indiferente da migração; e, por isso mesmo, o genial <a title="Aki Kaurismäki" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aki_Kaurism%C3%A4ki">Aki Kaurismäki</a> considera o seu filme como um “conto de fadas”. Aos 10 anos, diz o diretor, desencantou-se da vida; adulto, tornando-se “cético e cínico”, optou, interessantemente, por roteiros ternos e cheios de esperança.</p>
<p>Marcel é o vilão adorável, cujo senso de humor (obviamente um sinal explícito de inteligência) dirige todas as decisões naquelas dramáticas circunstâncias. O chefe de polícia, profundo conhecedor da alma humana, é de uma grandeza ímpar, raramente encontrada em alguém que detém poder e autoridade.</p>
<p>Idrissa, o personagem central, tem uma sensibilidade tão determinada que até o cão a reconhece e o protege.</p>
<p>A solidaridade dos vizinhos dá uma inveja&#8230; aqui, também, é um “conto de fadas”&#8230;</p>
<p>O filme mostra, indiscutivelmente, as escolhas das pessoas: de um lado, a generosidade, a compreensão incondicional do desamparo do outro; em sentido contrário, o preconceito, a indiferença, a denúncia.</p>
<p>Qual a sua opção?</p>
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		<title>Incompletude</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 01:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>

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		<description><![CDATA[O coração estava pronto e disponível para recuperar as histórias pela metade, remendar os assuntos truncados, dissolver as emoções engolidas e arejar as idéias mofadas. O diálogo dos olhos e de mãos desarmadas transformariam este esperado encontro em uma experiência rica. A mesa preparada com a cerveja leve e escura na medida do seu paladar; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O coração estava pronto e disponível para recuperar as histórias pela metade, remendar os assuntos truncados, dissolver as emoções engolidas e arejar as idéias mofadas. O diálogo dos olhos e de mãos desarmadas transformariam este esperado encontro em uma experiência rica.</p>
<p>A mesa preparada com a cerveja leve e escura na medida do seu paladar; as frutas suculentas e o cheiro do pão traziam até a sala um recreio com brincadeiras de roda e cabra-cega.</p>
<p>Já no ponto, a água tépida do banho para enxaguar-lhe o cheiro lá de fora, o pó das regras oficiais, dissolvendo-lhe a couraça&#8230;</p>
<p>Ao som do piano poderíamos compreender que a simples aceitação da acolhida é a única via para amenizar a travessia neste deserto humano.</p>
<p>Uma expectativa alegre iria acompanhar os seus passos saltitantes e o sorriso de chegada à porta destrancada&#8230; num átimo, o calor de um abraço de rodopio; aí alcançaríamos o descanso da sombra de uma árvore e o gosto de um gole de água fresca no côncavo da mão&#8230;</p>
<p>A tarde se foi, as estrelas chegaram&#8230; seu lugar ficou vazio&#8230;</p>
<div><em>Copyright©2012 Maria Brockerhoff</em></div>
<div><a href="http://erinias.net/wp-content/uploads/2012/03/Talinn.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-274" title="Talinn - Copyright ©2008 Rainer Brockerhoff" src="http://erinias.net/wp-content/uploads/2012/03/Talinn-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></div>
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		<title>Jardinagem: A Solução Verde</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 01:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aether</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>

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		<description><![CDATA[The Butchart Gardens — um lugar especial onde existem 5 estações: primavera, verão, outono, inverno e&#8230; natal! Está localizado na costa oeste do Canadá, em Vancouver Island. A antiga mina de calcário e fábrica de cimento da família Butchart transformou-se, gradualmente, em um paraíso pela idéia original e trabalho incansável de Jennie Butchart, que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.butchartgardens.com/" target="_blank">The Butchart Gardens</a> — um lugar especial onde existem 5 estações: primavera, verão, outono, inverno e&#8230; natal!</p>
<p>Está localizado na costa oeste do Canadá, em <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;hl=en&amp;q=Butchart+Gardens&amp;sll=48.589099,-123.43792&amp;sspn=0.096741,0.181618&amp;ie=UTF8&amp;z=12&amp;ll=48.589099,-123.43792&amp;spn=0.096741,0.181618&amp;om=1" target="_blank">Vancouver Island</a>. A antiga mina de calcário e fábrica de cimento da família Butchart transformou-se, gradualmente, em um paraíso pela idéia original e trabalho incansável de Jennie Butchart, que se rebelou contra a aridez do terreno.</p>
<p>É indescritível a emoção de percorrer aquelas alamedas. Basta dizer que se alguém tiver apenas um dia no Canadá, a visita ao Butchart Gardens vale a viagem!</p>
<p><a href="http://www.butchartgardens.com/the-gardens/image-gallery/image-gallery.html" target="_blank">Clique aqui</a> para ter uma pálida idéia dos 220 mil metros quadrados deste jardim.</p>
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		<title>Ah! Uma Ilha&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 20:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero uma ilha! Chega de mim Chega de gente Agregado ou Dependente É só armadilha Mar sem trilha Canoa sem quilha. O tal ser humano Ignorante ou letrado É bicho complicado Não tem saída Desta louca corrida Tal qual boiada Solta, sem destino Em busca do nada! Basta Gente madrasta! A vida é boa Brisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quero uma ilha!<br />
Chega de mim<br />
Chega de gente<br />
Agregado ou<br />
Dependente<br />
É só armadilha<br />
Mar sem trilha<br />
Canoa sem quilha.</p>
<p>O tal ser humano<br />
Ignorante ou letrado<br />
É bicho complicado<br />
Não tem saída<br />
Desta louca corrida<br />
Tal qual boiada<br />
Solta, sem destino<br />
Em busca do nada!</p>
<p>Basta<br />
Gente madrasta!<br />
A vida é boa<br />
Brisa na proa&#8230;<br />
Sejam agora<br />
Jogados fora<br />
Os chatos, os mal-amados<br />
Sem demora afogados<br />
Todos os mal-acabados&#8230;</p>
<p><em>Copyright©2011 Maria Brockerhoff</em></p>
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		<title>Rubem Alves</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 21:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>

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		<description><![CDATA[Filósofo, psicanalista, escritor, educador. Despediu-se da Folha de São Paulo no início do mês&#8230; Da crônica “Ganhei Coragem” de Rubem Alves: “Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos”. Tardiamente. Na velhice. Como estou velho, ganhei coragem. Vou dizer aquilo sobre que me calei: “O povo unido jamais será vencido”: é disso que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filósofo, psicanalista, escritor, educador. Despediu-se da Folha de São Paulo no início do mês&#8230;</p>
<p>Da crônica “<a href="http://www.rubemalves.com.br/ganheicoragem.htm" target="_blank">Ganhei Coragem</a>” de <a href="http://www.rubemalves.com.br/" target="_blank">Rubem Alves</a>:</p>
<blockquote><p>“Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos”. Tardiamente. Na velhice. Como estou velho, ganhei coragem. Vou dizer aquilo sobre que me calei: “O povo unido jamais será vencido”: é disso que eu tenho medo.</p>
<p>&#8230;a democracia é o governo do povo&#8230; Não sei se foi bom negócio: o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de televisão que o povo prefere.</p>
<p>&#8230;O povo sempre preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhes contavam mentiras.  <strong>As mentiras são doces. A verdade é amarga.</strong> Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos o circo era os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram. Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos.</p>
<p>&#8230;os indivíduos, isolados, têm consciência. São seres morais. Sentem-se “responsáveis” por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo, tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral. O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo.</p>
<p>&#8230;uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado.</p>
<p>&#8230;O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam. Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade. Uma coisa é o ideal democrático, que eu amo. Outra coisa são as práticas de engano pelas quais o povo é seduzido. O povo é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham.</p>
<p>&#8230;Durante a Revolução Cultural na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária.</p>
<p>&#8230;O povo unido jamais será vencido! Tenho vários gostos que não são populares. Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos&#8230; Mas, que posso fazer?</p>
<p>&#8230;Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio, não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol (tive a desgraça de viajar por duas vezes, de avião, com um time de futebol&#8230;). Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos&#8230;</p></blockquote>
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		<title>Esculturas&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 13:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;humanas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;humanas!</p>
<p><iframe width="500" height="339" src="http://www.youtube.com/embed/JGq4k8RMe9o" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Esculturas&#8230;</title>
		<link>http://erinias.net/2011/11/03/esculturas-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 23:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;em pneus:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;em pneus:</p>
<p><a href="http://www.tektuff.com/mirko-siakkou-flodin-tire-sculptures/"><img class="aligncenter size-full wp-image-262" title="Pneus" src="http://erinias.net/wp-content/uploads/2011/11/Pneus.png" alt="" width="300" height="290" /></a></p>
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		<title>Jean-Luc Godard</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 15:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Luc Godard]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;definiu bem a obtusa subjetividade humana. Em &#8220;Pierrot le Fou&#8220; (no Brasil, &#8220;O Demônio das Onze Horas&#8220;) o personagem de Godard diz: Não dá para conversar com você. Nunca tem idéias, você só tem sentimentos! &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;definiu bem a obtusa subjetividade humana. Em <em>&#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierrot_le_fou" target="_blank">Pierrot le Fou</a>&#8220;</em> (no Brasil, &#8220;<em>O Demônio das Onze Horas</em>&#8220;) o personagem de Godard diz:</p>
<blockquote><p>Não dá para conversar com você. Nunca tem idéias, você só tem sentimentos!</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esculturas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 12:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;em morangas: Ainda bem que há loucos assim! &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;em morangas:</p>
<p><a href="http://villafanestudios.com/gallery/the-pumpkins-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-258" title="Villafane Studios" src="http://erinias.net/wp-content/uploads/2011/10/Pumpkin.png" alt="" width="378" height="196" /></a></p>
<p>Ainda bem que há loucos assim!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quer Perder Um Amigo?</title>
		<link>http://erinias.net/2011/10/13/quer-perder-um-amigo/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 23:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erínias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Há dois meios certeiros de perder um amigo: pedir empréstimos ou concedê-los. (em “The Name of the Wind” de Patrick Rothfuss &#8211; tradução livre) No popular: Se um amigo pedir-lhe dinheiro, você pode optar entre perder ambos, ou apenas o amigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Há dois meios certeiros de perder um amigo: pedir empréstimos ou concedê-los.</p></blockquote>
<p>(em “<em><a href="http://www.patrickrothfuss.com/content/books.asp" target="_blank">The Name of the Wind</a></em>” de <a href="http://www.patrickrothfuss.com/" target="_blank">Patrick Rothfuss</a> &#8211; tradução livre)</p>
<p>No popular:</p>
<blockquote><p>Se um amigo pedir-lhe dinheiro, você pode optar entre perder ambos, ou apenas o amigo.</p></blockquote>
<p> <img src='http://erinias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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